quarta-feira, 20 de março de 2013

Dicionário Cardiopulmonar para todos

A Cardiorespira está com a rubrica "Dicionário Cardiopulmonar para todos" um bocadinho atrasada, mas hoje é dia de voltar e compor!

A letra escolhida foi a letra C e por isso:


Colesterolgordura presente em certos alimentos como os lacticínios, carne e óleos para cozinhar; substância que circula no sangue; pequenas quantidades são necessárias para o normal funcionamento das células do organismo; quantidades excessivas acumulam-se na parede das artérias e provocam doenças cardiovasculares.

[Todos os termos e conceitos são retirados da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, aqui]

segunda-feira, 4 de março de 2013

Dicionário Cardiopulmonar para todos

Palavra escolhida para hoje, com a letra T.


Trombose

processo através do qual se forma um coágulo (trombo) num vaso ou dentro do coração; termo popular por vezes usado como sinónimo de acidente vascular cerebral.

[Todos os termos e conceitos são retirados da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, aqui]

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Dicionário Cardiopulmonar para todos

Hoje é dia da letra B.

A palavra do nosso dicionário de hoje é

Bradicardia

Frequência cardíaca anormalmente baixa [frequência cardíaca inferior a 60 bpm]




[Todos os termos e conceitos são retirados da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, aqui]

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Diabetes e o Sistema Cardiovascular





Na prática clínica da Cardiorespira deparamos-nos muitas vezes com diabéticos que trimestralmente realizam Electrocardiograma Simples sem saberem a razão pela qual o seu médico lhe prescreve este exame. Assim, achamos importante partilhar convosco o protocolo presente na Sociedade Portuguesa de Diabetologia sobre "Diagnóstico e acompanhamento da doença coronária em doentes diabéticos"

"Como é a doença coronária nos diabéticos?
A angina, EAM e morte súbita são complicações major da DM tipo 1 e tipo 2. Na DM tipo 1 a duração de doença é relevante para a presença de DC, assim como para a sua extensão e gravidade. Na DM tipo 2, a doença coronária existe muitas vezes logo no momento do diagnóstico ou após um curto intervalo de tempo e a sua progressão está fortemente relacionada com a existência de outros factores de risco concomitantes, como a HTA, a dislipidémia ou o tabagismo. Existe também maior actividade pró-trombótica nos doentes diabéticos com índices aumentados de agregação plaquetária e de factores trombogénicos, com níveis menores de fibrinólise endógena.
É portanto fácil de perceber que se torna cada vez mais premente a necessidade de despistar e diagnosticar de forma correcta, em fases tão precoces quanto possível, a presença de doença coronária nos diabéticos, em especial nos tipo 2 onde a sua prevalência é, tanto em termos relativos como absolutos, mais elevada. Assim se poderá prevenir o aparecimento de eventos agudos, com impacto importante na morbilidade e mortalidade, e ainda nos custos directos e indirectos delas resultante.
Como se compreende, não é razoável introduzir um rastreio indeterminado, onde a relação custo-benefício seria inaceitável, pelo que se torna indispensável encontrar marcadores específicos e grupos de risco, assim como definir quais os métodos de diagnóstico a utilizar para, primeiro detectar isquémia, depois definir o risco relativo e, finalmente, clarificar as diferentes expressões anatómicas e funcionais para seleccionar a terapêutica mais apropriada, seja ela o tratamento médico ou a revascularização, percutânea ou cirúrgica."



[fonte: http://www.spd.pt]

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Dicionário Cardiopulmonar para todos

Acidente vascular cerebral (AVC)

Interrupção súbita do fluxo sanguíneo para o cérebro que resulta na lesão da região cerebral alimentada por esse vaso; provocada por entupimento do vaso (consequência de trombose ou embolia) ou hemorragia (rompimento do vaso).



[Todos os termos e conceitos são retirados da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, aqui]

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Bom colesterol e mau colesterol


Hoje, a Cardiorespira partilha convosco um trecho de um texto de Francisco Varatojo - Director do Instituto de Macrobiótica de Portugal - que explica, duma maneira simples e acessível, a importância do colesterol para o nosso organismo e ainda as diferenças entre o bom e mau colesterol.
"A palavra colesterol faz já parte do vocabulário comum da maioria da população e quase sempre transmite um má conotação: a ideia de que o colesterol faz mal à saúde e de que contribui para as doenças cardiovasculares.

No entanto, o colesterol não é só prejudicial e, na realidade, este é essencial num determinado número de funções corporais vitais tais como: produção de muitas hormonas, incluindo hormonas sexuais, produção de vitamina D e ácidos biliares. O colesterol é também um componente das membranas celulares e, na realidade, o colesterol está presente em todas as partes do corpo: cérebro e sistema nervoso, músculos, fígado, intestinos, coração, esqueleto, etc.
Apesar da necessidade absoluta de colesterol para um bom funcionamento orgânico, não temos que nos preocupar muito com a sua obtenção - o organismo produz o colesterol necessário (...) e a alimentação diária serve para aumentar os níveis de colesterol no sangue. Assim, obtemos colesterol de duas formas - através da produção interna e através da alimentação, particularmente o consumo de produtos animais como carne, ovos, lacticínios.

Na sociedade industrializada moderna, existem essencialmente problemas relacionados com níveis de colesterol elevados, e Portugal não é uma excepção. Em estudos recentes, verificou-se que os níveis de colesterol total da população portuguesa começam a estar perigosamente altos, aumentando seriamente os riscos de doenças cardiovasculares.

Quando os níveis de colesterol são elevados, o risco de doenças coronárias aumenta porque este tende a entupir as artérias, aumentando as chances de se ter um ataque cardíaco.

Bom colesterol e mau colesterol
Penso que já tenha ouvido falar em "bom colesterol" e "mau colesterol", mas talvez não saiba muito bem o que isso é: o colesterol e outras gorduras não se dissolvem no sangue, têm que ser transportados de e para o sangue em substâncias chamadas de lipoproteínas. As lipoproteínas de baixa densidade - LDL (do inglês "low density lipoproteins" - são chamadas de "mau colesterol" enquanto que as lipoproteínas de alta densidade - HDL (do inglês "high density lipoproteins" - são chamadas de "bom colesterol".
A diferença entre o LDL e o HDL é que um nível excessivo de LDL entope as artérias e contribui para a aterosclerose enquanto que o HDL afasta o colesterol das artérias e envia-o para o fígado onde é eliminado do organismo.

Assim, actualmente, a maioria dos cardiologistas considera não apenas os valores totais de colesterol mas também a relação entre o HDL e o LDL. (...)''
Podem continuar a ler este e outros artigos seguindo o link: